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Brasil possui 726 parques eólicos espalhados em 12 estados que asseguram o abastecimento de energia do País

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A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Limão com Mel celebra retorno de Edson Lima com DVD especial

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Adma Andrade e Edson Lima, vocalistas da Limão com Mel – Créditos: Divulgação

Os fãs da tradicional banda já podem comemorar! No próximo dia 18 de novembro, o Recife vai receber um time de peso para a gravação do novo DVD da Limão com Mel. Celebrando o retorno de Edson Lima, que se junta a Adma Andrade nos vocais, o grupo de forró vai contar com o reforço de Gusttavo Lima, Wesley Safadão, Xand Avião e Tarcísio do Acordeon. Ainda sem repertório definido, com certeza, clássicos como “Porque não vê”, “Um Sonho de Amor”, “De Janeiro a Janeiro”, “Toma Conta de Mim”, “Homem da Lua”, “Pra Sempre”, “Luz, câmera e ação”, “Não quero mais”, “Um amor de Novela”, entre outros, vão ganhar nova roupagem e marcar presença no audiovisual memorável.

Edson, que integrou o time por 10 anos, regressa após 20 anos trabalhando em outros projetos. Resgatando suas origens ele afirmar estar participando de uma “consolidação de um grande projeto no show business, ao lado de um dos maiores escritórios do entretenimento do Nordeste”, afirma. Mais informações sobre o show, que não confirmou presença de público, devem ser divulgadas em breve.

“Se Deus quiser, hoje será a última sessão”, diz Caio Ribeiro sobre quimio

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O jornalista usou as redes sociais, nesta terça-feira (21), para publicar a foto de um terço e torcer pela sua última sessão de quimioterapia. “Se Deus quiser, hoje será a última sessão”, escreveu Caio Ribeiro na legenda. O apresentador de 46 anos de idade está em tratamento contra um linfoma de Hodgkin, esse tipo de câncer se origina no sistema linfático (linfonodos ou gânglios) – conjunto composto por órgãos e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem essas células através do corpo.

Recentemente, Caio agradeceu ao médico, Otávio Baiocchi, responsável por seu tratamento. “Sabem quando ele me ganhou? Quando decidi que essa era a equipe perfeita pra me ajudar a passar por tudo isso? Quando, com um sorriso na cara e cheio de confiança, ele falou: ‘Tão importante quanto a parte clínica, é a sua cabeça. Ela tem que estar boa, forte. Consegui começar a químio 1 mês depois e a resposta do meu corpo ao tratamento tem sido a melhor possível”, relatou.

Energia eólica contribui para mitigar impactos da crise energética no Brasil

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São Paulo, setembro de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no país. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Renato Amaral Renova Energia

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Após vitória de 6 a 0 contra o Serrano, Sete de Setembro é classificado para o segundo turno

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Após vencer o Serrano com um placar de 6 a 0 em partida no último domingo (12), o Sete de Setembro foi classificado para o segundo turno do campeonato Sub-20 pernambucano.

Um dos responsáveis por essa vitória, o centroavante Davi Cezar, de 20 anos, estreou no time neste final de semana, quando entrou no segundo tempo da partida.

Com apenas 15 minutos em campo, Davi Cezar, ou Davigol como tem sido chamado pelos companheiros, marcou o seu primeiro gol com a camisa do Lobo Guará, chamando a atenção pelos dribles, passes e jogadas de efeito em campo.

Natural de Recife-PE, o atleta deu os primeiros passos no Clube Náutico Capibaribe aos 11 anos, passando ainda pelo Galícia, de Salvador, profissionalizando no Rosário Central, de Sergipe. Hoje, o jogador é uma das grandes promessas compondo o elenco Sub-20 do Sete de Setembro.

Eólicas sustentam abastecimento de energia do Brasil

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A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Sete de Setembro tem jogo decisivo neste final de semana pelo Sub-20 pernambucano

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O Sete de Setembro terá um jogo decisivo contra o Serrano neste final de semana, valendo vaga para o segundo turno do campeonato pernambucano Sub-20.
O Sete só depende de um empate para conquistar a classificação. A partida está marcada para o sábado (11.09), podendo ser antecipado para sexta-feira (10.09).

O camisa 10, Augusto Santos Cavalcante, de 18 anos, é um dos responsáveis pela exitosa campanha do time e grandes jogadas do clube.

Natural de São Paulo, Augusto começou sua trajetória no Futsal aos 9 anos. Posteriormente, se mudou para Cuiabá, cidade natal do pai, quando tinha 12 anos. Com essa mesma idade, foi para o Atlético Mineiro, em Minas Gerais, e ganhou o sub-15 em 2017, clube por onde permaneceu por mais de três anos.

Aos 16 anos, o jogador seguiu para o Athletic Clube (MG) sub-17. Já no segundo semestre de 2019, ingressou na Portuguesa Santista, além de obter passagem com a equipe profissional, ganhando experiência em 2020.

“Durante a pandemia,  joguei no Campeonato paulista sub-20, fazendo uma boa campanha. Fui contratado para jogar no Campeonato Mineiro sub-20 pelo Tupi (MG), onde pude me destacar nos jogos, fazendo gols. Com esse meu desempenho, apareceu a oportunidade para ir ao Sete de Setembro. Estou muito feliz com toda a trajetória que trilhei até aqui”, celebrou Augusto.

O camisa 10, Augusto Cavalcante, de 18 anos, é responsável pela ótima campanha do time

Foto: Divulgação

 

Retrô herda vaga e vai disputar a Pré-Copa do Nordeste

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O Retrô Brasil herdou, nesta sexta-feira (27), a última das três vagas destinadas ao Estado de Pernambuco para a disputa da Pré-Copa do Nordeste 2022. A oficialização aconteceu após as desistências de Salgueiro, Afogados e Vera Cruz. 

Além do time de Camaragibe, a outra equipe que garantiu a vaga pela classificação do Campeonato Pernambucano foi o Santa Cruz. Já o Central, assegurou a sua participação na pré-Copa por causa da sua posição no Ranking Nacional de Clubes.

Com a Patativa e a Fênix já inseridas, a primeira fase será promovida em jogos únicos durante os dias 13 e 14 de outubro. Já a segunda etapa, que contará com o Tricolor do Arruda, está prevista para os dias 20 e 21 de outubro.  

A terceira e última fase definirá as quatro equipes que se juntarão ao CSA (Alagoas), Bahia e Atlético de Alagoinhas (Bahia), Ceará e Fortaleza (Ceará), Sampaio Corrêa (Maranhão), Campinense (Paraíba), Náutico e Sport (Pernambuco), Altos (Piauí), Globo (Rio Grande do Norte) e Sergipe (Sergipe). 

 

Por Assessoria FPF Foto: Thais Magalhães

Geração dos ventos torna-se aliada contra a crise de energia do País

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renato amaral_renova energia

A previsão é que a eletricidade gerada pela força dos ventos alcance cerca de 20% de abastecimento da demanda no segundo semestre de 2021

São Paulo, agosto de 2021 – A boa safra de ventos deste ano tem sido uma aliada importante para o Brasil enfrentar a severa crise hídrica que ameaça o abastecimento de energia no País. O mês de julho foi marcado por sucessivos recordes da geração eólica no Nordeste e a região, que há alguns anos era mera coadjuvante no setor, assumiu o protagonismo na exportação de energia renovável para outras regiões do Brasil, como o Sudeste e Centro-Oeste. Em agosto a geração eólica manteve-se em alta e foi imprescindível para que o país não amargasse uma volta ao túnel do tempo com o apagão nos idos de 1999.

Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia
Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia

Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a região Nordeste gerou em julho 11.094 MW médios, montante capaz de atender a 100% da demanda da região. “Atualmente, a energia eólica representa 10,7% da matriz elétrica do Brasil e a expectativa é que a fonte alcance 11,2%, enquanto a solar representa 1,9% da matriz elétrica do país com potencial para atingir 2,6% até o fim de 2021”, diz a organização.

A severa estiagem tem agitado os agentes do mercado desde geradoras, distribuidoras, comercializadoras, associações, até órgãos reguladores. E não é para menos. Os especialistas mais otimistas afirmam que o Brasil está muito próximo de um racionamento e os pessimistas alardeiam um provável apagão no fornecimento de energia, gerando impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) ainda neste ano.

A situação seria ainda mais complicada se não fosse a excelente safra dos ventos que tem contribuído para mitigar os riscos de desabastecimento. “Hoje, as eólicas já atendem por ano em média mais de 10% da demanda de energia no Brasil e agora no segundo semestre a previsão é que este percentual atinja cerca de 20% de abastecimento”, afirma Renato Amaral, sócio da RFA Holding e fundador da Renova Energia, pioneira na geração de energia por meio da fonte eólica e uma das principais companhias do mercado.

Há alguns anos a fonte eólica era considerada por agentes do mercado como uma geração que poderia trazer instabilidades ao sistema e agora é assimilada como estratégica para blindar o país no fornecimento de energia. Claro que o amadurecimento do mercado também permitiu uma visão mais apurada do mercado.

Hoje, o Brasil possui 726 parques eólicos, que reúnem 8.585 aerogeradores, distribuídos em 12 estados. “Embora 80% da capacidade instalada da fonte eólica estejam na região Nordeste, o Sul também possui capacidade instalada importante”, analisa Amaral. Os dados da reportagem foram extraído do InfoVento, da Abeeólica, de julho de 2021.

A geração eólica que já era relevante para a matriz energética do Brasil ganhou ainda mais representatividade com a crise hídrica e reforçou como a diversidade das fontes é estratégica para garantir a segurança do abastecimento do país.

Presidente do Sete de Setembro relembra seu primeiro ano de gestão

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Na última sexta-feira (20), o presidente do Sete de Setembro de Garanhuns-PE, Juscelino Soares completou seu primeiro ano de gestão e fez uma nota, dando detalhes desta missão. Confira abaixo:

“Neste primeiro ano de gestão, me deparei com várias dificuldades e desafios, principalmente no início, já durante a formação da chapa para presidência, onde a maioria dos sócios não queriam esta posição. A primeira ajuda que tive, foi do diretor do futebol profissional, César Brasil, que junto comigo foi visitar algumas pessoas influentes, como Edval Veras, Célio Cabral, Sergival, entre outros nomes.

Após as eleições, tive apenas 30 dias para montar a equipe que iria disputar o Campeonato Pernambucano da Série A2. Pois, de acordo com as normas, se o Sete de Setembro não participasse da disputa, seria desligado da federação. Já que entraria no terceiro ano sem participar da competição. Durante essa correria, surgiu uma outra mão amiga que foi fundamental nesse processo, o então gerente de futebol Fábio Nascimento, que conseguiu em um período muito curto formar uma equipe competitiva, com baixo custo e capaz de colocar o Sete na primeira divisão, que era nosso maior objetivo.

Além do acesso, outras metas foram alcançadas, como por exemplo, a permanência na primeira divisão, após 10 anos fora da elite do futebol pernambucano; a ativação das categorias de base do Sub-15, sub-17 e sub-20, além da ativação do Futebol de Botão em nosso clube. A recuperação do nosso gramado e manutenção do nosso patrimônio, também foram objetivos alcançados. Com o sete voltando a se estabilizar, este ano consegui ainda a parceria de Robson Ouro Preto, nomeado nosso diretor da categoria de base; Gabrielle Sady, nossa atual assessora de Imprensa e José Luís Melo, nosso Designer Gráfico.

Um ponto que é importante ser destacado, e sempre foi minha maior preocupação é a questão econômica do clube. Assumi o Sete praticamente sem dívidas, com apenas algumas pendências que já foram solucionadas, e até o momento o Guará do Agreste permanece sem débitos.

Dentre as grandes conquistas nesse um ano de gestão, eu aponto como um dos pilares o grupo formado por ex-presidentes e amigos que me ajudam até hoje a resgatar a credibilidade do clube. Entre eles, meu vice Genaldi Zumba; Erivaldo Bento; Célio Cabral; Edval Veras; Airton Pedrosa; Pedro Falcão; Coronel Campos; Sergival; Pedro; Robério; Marcelo Neves e Rodrigo Marçal. Além é claro de César Brasil; Paulinho Costa; Ivison; Diogo; Raul Nascimento; Wagner Coelho, Sil Albino e toda a imprensa de Garanhuns, inclusive nossa antiga assessoria representada por André Luiz e Matheus Lourenço.

Não posso esquecer que no ano de 2021, ainda conto com o maior apoiador do Sete de Setembro, a prefeitura de Garanhuns, em nome do Secretário de Juventude, Esportes e Lazer, Carlos Tevano e nosso prefeito Sivaldo Albino. E claro que tudo isso foi permitido por Deus a quem dedico toda honra e glória pelo sucesso.

Finalizo destacando que toda essa lembrança e testemunho só me encoraja e fazer ainda mais pelo time que tanto amo. Inclusive, este sábado já fui presenteado, com a primeira vitória dos meus atletas do Sub-20. Mostrando que estamos voltando com tudo e preparando nossa base, para formarmos uma equipe profissional de respeito.

Atenciosamente, Juscelino Soares”